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Celosia argentea L.

Família: AMARANTHACEAE

Nome científico: Celosia argentea L.

Nome popular: amaranto-africano / crista-de-galo-plumosa

 

Celosia argentea - Canto das Flores 1

Celosia argentea - Canto das Flores 2

Celosia argentea - Canto das Flores 3

Celosia argentea - Canto das Flores 4

Fotos: Ricardo Cardoso Antonio

Barra exsicata

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Celosia argentea L. - exsicata

Foto: Matheus Gimenez Guasti

Barra verde - características

Embora a espécie vegetal Celosia argentea seja popularmente conhecida como amaranto-africano, ela é nativa do continente asiático, mais especificamente, da Índia. Esta espécie se apresenta como um subarbusto que atinge cerca de 1,00 metro de altura, sem muitas ramificações e com folhas verdes e arroxeadas. Suas flores estão organizadas em uma inflorescência plumosa terminal, muito vistosa, que dá origem ao seu outro nome popular: crista-de-galo-plumosa, muito utilizada como ornamental em jardins e praças, podendo apresentar variadas cores, como o vermelho, púrpura, laranja ou amarelo, dependendo da sua variedade. Suas inflorescências, quando jovens, apresentam-se eretas, mas assim que começam a ficar maduras, o peso das sementes faz com que fiquem pesadas e apresentem a caracteristica forma pendente, além disso, as inflorescências tem a propriedade de se manterem coradas e decorativas por muito tempo após a colheita, sendo muito usadas como sempre-vivas. Esta espécie é também utilizada na medicina tradicional como agente anti-inflamatório, antioxidante, antidiabético e antimicrobiano. Embora seja considerada PANC no Brasil, tendo consumidas suas sementes, folhas e brotos após cozimento, é uma planta utilizada rotineiramente na alimentação na Nigéria, daí o nome amaranto-africano, bem como na Índia e outros países asiáticos.            

Uma das explicações para o nome do gênero é que Celosia vem do grego keleos, que significa queimar, pois suas inflorescências têm o formato e a cor muito semelhante a chamas. Já o epíteto específico argentea vem do latim, significando prateada, já que suas inflorescências, nas formas não domesticadas (selvagens ou silvestres), apresentam coloração rosa-prateado, como a da exsicata coletada no Canto das Flores.

Texto: Sandra Zorat Cordeiro

Barra verde - referências bibliográficas

Amaranthaceae in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB25097>. Acesso em: 16 Ago. 2019.

Kinupp, V.F., Lorenzi, H. (2017) Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil. Reimpressão, São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora.

Lorenzi, H. (2015) Plantas para jardim no Brasil – herbáceas, arbustivas e trepadeiras. 2ª. ed., São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora.

Mari Mut, J.A. Etimología de los géneros de plantas de Puerto Rico. 2ª ed. Disponível em http://edicionesdigitales.info/etimologia/etimologiaed2.pdf. Acesso em 12. Ago. 2019.

Ranieri, G.R. Guia prático sobre PANCs: plantas alimentícias não convencionais. São Paulo: Instituto Kairós, 2017. Disponível em: https://institutokairos.net/wp-content/uploads/2017/08/Cartilha-Guia-Pr%C3%A1tico-de-PANC-Plantas-Alimenticias-Nao-Convencionais.pdf. Acesso em: 25. Abr. 2019.

Ranieri, G.R. Matos de comer: Amaranto-africano, Espinafre rajado, Celósia. Disponível em: http://www.matosdecomer.com.br/2015/12/amaranto-africano-espinafre-rajado.html. Acesso em: 25. Abr. 2019.

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