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'Diferença é fundamental porque aprendemos com ela', diz economista Paul Singer em seminário sobre etnoconhecimento

por comunicacao — publicado 13/08/2013 00h00, última modificação 19/08/2013 13h04
Conferência integrou a programação do VII Seminário de Educação Diferenciada e Etnoconhecimento e I Encontro Internacional de Saúde, Segurança e Meio Ambiente nas Comunidades Tradicionais

O professor e economista Paul Singer ministrou na manhã desta terça-feira, 13 de agosto, a conferência de abertura do VII Seminário de Educação Diferenciada e Etnoconhecimento e I Encontro Internacional de Saúde, Segurança e Meio Ambiente nas Comunidades Tradicionais, no auditório Vera Janacopulos (Avenida Pasteur, 296, Urca).

Singer falou sobre a economia solidária como forma de preservação cultural e trabalho decente abordando experiências de diversas comunidades no Brasil, e os desafios por elas enfrentados. “Os valores da economia solidária têm sido praticados por séculos pela população em comunidades tradicionais”, disse. 

Em sua fala, ele exaltou a diversidade étnica e o respeito pelas diferenças. “Dividir os seres humanos pela cor da pele, pela religião que seguem ou pela língua que falam é de uma crueldade muito grande”, ressaltou. “A diferença é fundamental porque nós aprendemos com ela”. O professor abordou, ainda, a miscigenação do povo brasileiro. “Podemos fazer casamentos entre nós e ter uma geração que não é de brancos nem de negros, mas de seres humanos”, sentenciou.

Pluralidade

Na sessão de abertura do evento, o vice-reitor da UNIRIO, José da Costa Filho, também abordou a diversidade da população brasileira. “O etnoconhecimento não diz respeito somente às comunidades tradicionais, mas a todo o povo brasileiro, com suas diferenças, sua multiplicidade e sua pluralidade”, salientou. Também presente na sessão, a presidente da Fundacentro, Maria Amélia de Souza Reis, manifestou satisfação com a escolha da Universidade para sediar o evento. “A UNIRIO sempre foi minha casa, onde as coisas começaram a acontecer. Espero poder contar e efetivar essa história no Brasil”, revelou. 

O Seminário é promovido pela Fundacentro em parceria com a UNIRIO e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O evento prossegue na tarde de hoje e na manhã desta quarta-feira, com painéis, conferências e apresentações culturais. 


Capes CNPQ Imagem Rede Unirio