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Pesquisador da UNIRIO participa de expedição no arquipélago de São Tomé, África

por Comunicacao UNIRIO publicado 26/01/2016 18h40, última modificação 27/01/2016 13h09

Menor país falante da língua portuguesa, São Tomé e Príncipe é uma nação insular formada por dois arquipélagos, localizados na parte oeste da África e com uma rica diversidade de peixes recifais em sua costa.

Para documentar essa fauna, o pesquisador Áthila Bertoncini, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas - Biodiversidade Neotropical (PPGBIO) da UNIRIO, participou de expedição no arquipélago de São Tomé, realizada em novembro do ano passado, em conjunto com os pesquisadores Nuno Vasco Rodrigues e Jorge Fontes, do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente (Mare), de Portugal.

O objetivo foi reunir material fotográfico e em vídeo subaquático para a produção do primeiro guia ilustrado de espécies de peixes recifais de São Tomé, ainda sem previsão de lançamento. Utilizando equipamentos para registros em águas mais profundas, não alcançadas com o mergulho convencional, os pesquisadores tomaram imagens de recifes em até 300 metros de profundidade.

Parte do registro está disponível em vídeo, que pode ser acessado no seguinte link: http://athilapeixe.zenfolio.com/blog/2016/1/bstp.

Os 15 dias de expedição reservaram também algumas surpresas aos pesquisadores, com a observação de novas interações ecológicas e de espécies ainda não descritas. Segundo Áthila Bertoncini, esses resultados serão divulgados por meio de artigos em publicações científicas da área de Biologia Marinha.

Além disso, a intenção dos pesquisadores é finalizar, no primeiro semestre de 2016, o cartaz das espécies de interesse comercial de São Tomé, e preparar a publicação do guia ilustrado. “Esses materiais terão uma linguagem descomplicada, para atender principalmente a população de São Tomé, mas também mergulhadores e turistas que queiram conhecer um pouco mais sobre a rica e diversa fauna de peixes que as águas africanas abrigam”, relata Bertoncini. (Daniela Oliveira/Comso)

Um dos pesquisadores no momento do registro de um cardume durante a expedição (Foto: Áthila Bertoncini)





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