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Intercambistas compartilham experiências internacionais no primeiro dia da Semana de Integração Acadêmica

por Comunicacao UNIRIO publicado 13/10/2014 22h10, última modificação 16/10/2014 14h13

“A amizade que você faz lá fora é para a vida inteira.” O relato foi feito pela aluna da Escola de Nutrição Letícia Masulck, que estudou por um período letivo na Universidade do Porto (Portugal), por meio de um programa de mobilidade internacional. Ela e outros alunos se reuniram na manhã desta segunda-feira no II Encontro de Estudantes Estrangeiros da UNIRIO e de Mobilidade Acadêmica Internacional, realizado no Auditório Vera Janacopulos, do campus da Reitoria.

O evento, que integra a 12ª Semana de Integração Acadêmica (SIA), foi promovido em parceria entre a Coordenação de Relações Internacionais (CRI) e a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PROPG).

“Ver um momento como este torna a vida de um reitor algo muito gratificante”, disse o reitor da UNIRIO, Luiz Pedro San Gil Jutuca, pedindo, em seguida, que os alunos se apresentassem. “É muito bom que estudantes que estão no primeiro período de seus cursos possam participar, para ver que a universidade vai muito além do espaço da sala de aula”, destacou, referindo-se aos calouros presentes.

O pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa, Ricardo Cardoso, ressaltou que a mobilidade tem crescido muito na Universidade, tanto em relação ao quantitativo de alunos que vêm do exterior quanto ao número de estudantes que embarcam daqui para outros países.

Coordenador do Programa Ciência sem Fronteiras na UNIRIO, Cardoso observou a peculiaridade da instituição na escolha dos destinos. “Enquanto, no Brasil, a procura maior de participantes do Programa é por Estados Unidos, Reino Unido e Canadá, os alunos da UNIRIO buscam, em geral, Estados Unidos, Reino Unido e Austrália”, revelou. Segundo ele, a opção pela Austrália é feita por muitos estudantes do curso de Ciências Biológicas. “Para essas pessoas, esse país é um mundo à parte.”

Diferenças

A partir do relato das experiências de intercâmbio, os alunos puderam fazer comparações entre sua universidade de origem e a instituição de destino. O alemão Michael Strittmatter revelou sua sensação de estranhamento com o número de estudantes por classe no Brasil. “Na Alemanha, há aulas para trezentas pessoas; aqui, a aula já é mais intimista”, disse.

Já a aluna Fernanda Gonçalves Grangeiro, da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto, que passou um período em Buenos Aires (Argentina) pelo Programa Marca, relatou muitas diferenças entre os dois países, em relação a ensino, sistema de saúde, assistência de enfermagem e oportunidades. “Ser intercambista é ter um olhar diferenciado; é estar aberto a novas experiências”, definiu.

Fernanda contou que foi para a Argentina sem falar espanhol. Para estudar, tirava fotos dos cadernos dos alunos e gravava as aulas. “Quando chegava em casa, eu procurava todo o conteúdo da aula na internet e escutava  o áudio”, revelou. Para ela, a experiência de mobilidade enriquece a vida acadêmica. “Você busca oportunidades para além do que a sua faculdade pode te dar.”

Pela primeira vez, uma professora participou do evento: a docente Silvia Nascimento, do Instituto de Biociências, apresentou sua pesquisa em biologia marinha, realizada no Instituto Espanhol de Oceanografia.

A SIA prossegue com atividades até o próximo sábado, 18 de outubro. Confira a programação

Estudantes brasileiros e estrangeiros participaram do encontro (Foto: Comso)


Acesso a Informação Capes CNPQ