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Mestrado Profissional

Programa de Pós-Graduação em Infecção HIV/AIDS e Hepatites Virais - PPGHIV/HV - UNIRIO

Reclassificação - 19/04/2017

Dia Mundial de Combate à AIDS

Desde o início da epidemia, em 1980, até junho de 2012, o Brasil tem 656.701 casos registrados de AIDS (condição em que a doença já se manifestou), de acordo com o último Boletim Epidemiológico. Em 2011, foram notificados 38.776 casos da doença e a taxa de incidência de aids no Brasil foi de 20,2 casos por 100 mil habitantes.

Em dezembro de 2010, números divulgados pelo PNDST/AIDS/HV do MS mostram que no Brasil foram notificados 592.914 casos de AIDS, sendo 385.818 homens e 207.080 mulheres. Perto da metade destas pessoas já faleceram (292.222 óbitos). Cerca de 240.000 pacientes fazem uso atual da terapia antirretroviral de alta atividade. Em particular no Estado do Rio de Janeiro, foram notificados 81.606 casos de AIDS.

De 2007 a 2009 registraram-se os seguintes números: a) 2007=4.452, b) 2008= 4.169 e c) 2009=4.910 casos. Com um total de 13.531 casos. Estes pacientes possuem atualmente uma alta taxa de sobrevida e adicionam-se aos que já se encontram em tratamento, sobrecarregando as Unidades de Saúde Pública. Com relação às Hepatites Virais, o Ministério da Saúde registrou 307.446 casos no período de 1999 a 2010. Os tipos B e C, juntos, respondem por 56,5%, com 174.406 notificações. De 2000 a 2010, foram 20.771 óbitos causados diretamente pelos cinco tipos de hepatite (A, B, C, D e E). Mais de 70% delas foram provocadas pela hepatite tipo C (14.873 mortes). No ano 2000, foram 340 mortes por hepatite C, contra 1.932, em 2010, um acréscimo superior a 460%. Dos mais de 14 mil óbitos causados por esse tipo da doença nos últimos dez anos, quase 60% ocorreram na Região Sudeste, o equivalente a 8.672. Os homens são a maioria das vítimas. A hepatite B aparece em segundo lugar, responsável por 4.978 mortes no período analisado. A hepatite A respondeu por 130. 354 casos (42%). É de transmissão oro-fecal e concentra-se nas regiões Nordeste e Norte, onde há escassez de redes de esgoto e água encanada. As crianças menores de 13 anos são as mais atingidas. Elas compreendem 68,7% dos casos identificados de 1999 até 2010. As hepatites D e E têm menor incidência no país, com 1.812 e 874 casos, respectivamente.

O preocupante é que nos últimos anos os Serviços especializados em AIDS e Hepatites Virais não cresceram (ao contrário, diminuíram), portanto há necessidade de formação altamente qualificada para os egressos da área da saúde para este tipo de atendimento, pela sua complexidade, pelo baixo perfil socioeconômico dos pacientes atuais. Formar profissionais no processo de Ensino, Pesquisa e Extensão relacionados à AIDS e Hepatites Virais, envolvidos na geração do conhecimento científico, e inseridas no Sistema Único de Saúde é uma necessidade do momento e um grande desafio para o futuro. A Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro já possui uma sólida história de desenvolvimento de práticas de inovação no tratamento da AIDS e Hepatites virais nos últimos 30 anos e espera prestar mais esta contribuição para a população brasileira.

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