UNIRIO sedia lançamento da ‘Agenda para o Controle Popular e Democrático das Polícias’ no dia 22 de junho
A UNIRIO será palco, no dia 22 de junho, do lançamento da “Agenda para o Controle Popular e Democrático das Polícias”. O documento reúne propostas para o enfrentamento da letalidade policial e da cultura de impunidade no campo da segurança pública no Brasil, entre elas a defesa de que o controle da atividade policial precisa incluir a participação permanente da sociedade civil.
O evento acontecerá no Auditório Luiz Otávio Leite, do Centro de Ciências Jurídicas e Políticas (CCJP), a partir das 15h. A professora da UNIRIO e desembargadora federal Simone Schreiber participará da mesa de abertura, ao lado de Fransérgio Goulart (Iniciativa Direito à Memória e Justiça Racial - IDMJR), Pablo Nunes (Centro de Estudos de Segurança e Cidadania - CESeC), Patrícia de Oliveira (Rede de Comunidades contra Violência) e Camila Sabino (Conectas Direitos Humanos).
As inscrições para participação podem ser feitas no site do evento. O CCJP fica na Rua Voluntários da Pátria, 107, Botafogo.
Fórum Justiça
A iniciativa é fruto de articulação com o Fórum Justiça (FJ), junto com organizações de direitos humanos e movimentos sociais: ITTC; Conectas; Mães de Maio; Mães de Osasco; Caaf; FGV - Centro de Justiça Racial; Rede de Proteção e Resistência contra o Genocídio; Justa; Transforma MP; Fórum Popular de Segurança do Rio de Janeiro; IDMJR; Odara; Comissão de Segurança Pública da OAB-SP; Rede de Mães e Familiares de Vítimas de Violência da Baixada Fluminense; Gevac-UFSCar; Ideas; Instituto Vladimir Herzog; Iser; Geledés; Cejil; Rede de Comunidades contra Violência; CESeC; Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos do Estado da Bahia.
A UNIRIO já promoveu outras discussões em parceria com o FJ, como a abertura da Semana Jurídica de Direito de 2021.2, com a participação da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia. A construção da Agenda e seu lançamento na Universidade são mais um exemplo do diálogo entre a academia, os movimentos sociais e o sistema de Justiça, pilares que sustentam o "modelo de justiça integrador" defendido pelo FJ.

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