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Migração de serviços do HUGG para o novo Hospital Universitário dos Servidores terá prazo de um ano

por Comunicação publicado 09/03/2026 23h11, última modificação 10/03/2026 16h13
Cronograma foi apresentado no primeiro encontro do ciclo de conversas sobre o novo hospital, realizado na última quinta-feira, dia 5

A gestão de pessoas esteve em pauta no primeiro encontro do ciclo de conversas mensais sobre o novo Hospital Universitário dos Servidores do Estado (Huse-UNIRIO), que aconteceu na última quinta-feira, dia 5, no anfiteatro geral do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (HUGG). O evento reuniu o reitor, José da Costa Filho, a pró-reitora de Gestão de Pessoas, Paola Orcades Meirelles, a diretora de Gestão de Pessoas da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Luciana Viana, e o gerente de Ensino e Pesquisa do Hospital, Daniel Aragão.

“Vou atuar na direção de humanizar as relações de trabalho, de aumentar o diálogo com os integrantes do hospital, de aumentar a democracia e a transparência de informações”, garantiu Da Costa, revelando ter recebido diversas mensagens de trabalhadores do HUGG preocupados com questões relacionadas à fusão dos hospitais.

O reitor passou, então, a palavra a Daniel Aragão, que observou a necessidade de ajustes a serem feitos ao longo do processo de fusão, mantendo-se os serviços prestados pelo HUGG. “Que nós não deixemos de ter as ações que envolvam o cuidado, que envolvam a assistência em saúde, que envolvam as atividades que foram a marca desse hospital durante os últimos quase 100 anos”.

Em seguida, a pró-reitora Paola Meirelles salientou que o ciclo de conversas busca estabelecer um canal de comunicação direta entre os servidores e a gestão da Universidade. “É importante que as pessoas ocupem esse espaço para, inclusive, nos ajudar a direcionar essa fusão, que é uma tarefa muito complexa para todos nós, não só para vocês. Para todos os envolvidos: UNIRIO, Ebserh e o conjunto dos trabalhadores”, ressaltou.

Transição integrada

O evento prosseguiu com a apresentação de Luciana Viana sobre o processo de transição integrada entre a UNIRIO, a Ebserh e o Ministério da Saúde. Segundo ela, a migração de serviços deve ser feita em um ano, culminando com a oferta de 472 leitos no novo hospital. “Não há decisão absoluta, a calibragem é praticamente diária”, observou a diretora, que também é docente da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O cronograma apresentado prevê três fases no processo de migração. A primeira delas já foi iniciada, com a contratação de quase 500 profissionais, cujas escalas de trabalho são temporárias, para que os veteranos tenham a prerrogativa de escolha das escalas. “Quando nós migrarmos para aquele prédio, a tendência é que vocês estejam nas mesmas linhas de cuidado, nas mesmas unidades”, enfatizou.

Além das escalas de trabalho, Luciana abordou o adicional de insalubridade – que será mantido, “a não ser que haja avaliação técnica em contrário” – e o vale-transporte, cuja solicitação continuará sendo feita pelo sistema SouGov.

Ela destacou, ainda, os serviços que serão prestados à sociedade. “Nós vamos entregar praticamente o dobro de produção assistencial e, além disso, o ensino, a pesquisa e a inovação que fazemos hoje. Nasce um hospital gigante, que é um hospital da Rede Ebserh”, comemorou.

Dirigindo-se diretamente aos profissionais presentes, a docente comprometeu-se a apoiar os funcionários do HUGG no processo de migração. “Quero declarar aqui a minha empatia e o que for possível para nós fazermos enquanto DGP [Divisão de Gestão de Pessoas] em relação à mitigação da dor, dos problemas e das angústias de vocês, que estão saindo daqui e indo para um outro prédio”, disse. “É um outro hospital, é uma nova história, mas que traz um passado extremamente importante das duas instituições”.

Ao abrir o evento à participação do público, a mesa recebeu críticas relacionadas aos seguintes temas: falta de planejamento, problemas de saúde mental, não implementação da redução de carga horária, processo de escolha de chefias e o gerenciamento de profissionais feito pela Ebserh.

Em resposta, o reitor lembrou que a UNIRIO promoveu audiências públicas, encontros e conversas com todas as Escolas envolvidas na fusão dos hospitais. Já Paola garantiu que as decisões referentes ao processo de migração são tomadas em conjunto entre UNIRIO e Ebserh, e Luciana ressaltou que a Ebserh é uma política de Estado criada por lei. A diretora apontou também a existência de ações, programas e estratégias de combate a problemas de saúde mental implementados pela Ebserh nos hospitais sob gestão da empresa.

Assista abaixo à gravação do evento.


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