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Profa. Dra. Priscila Ribeiro Gomes

Possui graduação em Arquivologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2005), mestrado em Educação pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2008), especialização em planejamento, implementação e gestão em Educação a distância pela Universidade Federal Fluminense (2012), doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (2013). Professora Adjunta do Departamento de Estudos e Processos Arquivísticos (Unirio). Tem experiência nas áreas de Educação e Arquivologia. Áreas de interesse: Arquivologia, Educação de jovens e adultos, currículo, Educação patrimonial, EaD, cultura escolar no contexto prisional, estudos da memória, acesso à informação, políticas de acesso.

pri.unirio@yahoo.com.br

Lattes: http://lattes.cnpq.br/6909041872447917

Projeto de Pesquisa no Programa: ARQUIVO E ESCOLA: REFLEXÕES SOBRE A CONTRIBUIÇÃO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL NA TESSITURA DO CONHECIMENTO. 

Resumo: Este trabalho surgiu das minhas inquietações enquanto professora do curso de Arquivologia na tentativa de problematizar algumas perguntas que desde a minha entrada neste campo vêm me preocupando fortemente que são: o que os professorem entendem como patrimônio cultural? Há interesse em trabalhar com esses temas em sala de aula e fora dela? Qual a contribuição desse assunto para professores e alunos? Diante das perguntas acima, este estudo propõe uma reflexão mais consistente acerca do que vem sendo discutido no âmbito das instituições Arquivo e Escola, considerando estes espaços fundamentais para a tessitura do conhecimento. Nesse sentido o arquivo aparece como sendo mais uma ferramenta capaz de ampliar nossa concepção acerca do que entendemos como educação patrimonial, podendo contribuir significativamente para as práticas cotidianas na/da escola. Deste modo, o estudo visa focar a relevância do Arquivo, enquanto, patrimônio cultural, logo, um instrumento potencializador das práticas educativas, buscando dialogar com outras esferas, na tentativa de apresentar o quanto o mesmo pode ser explorado e utilizado no processo de escolarização, que vai desde a educação infantil, podendo ser ampliado até o ensino médio e as universidades. Elegemos trabalhar com escolas públicas do Estado do Rio de Janeiro. No momento, está sendo feito um estudo junto ao Instituto Superior de Educação do Estado do Rio de Janeiro (ISERJ), onde buscaremos ouvir os sujeitos envolvidos – professores e alunos, na tentativa de compreender o que eles pensam e entendem sobre o assunto, ou seja, sobre a relevância da educação patrimonial no cotidiano escolar.