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Pesquisa no HUGG analisa impacto da apneia do sono

por comunicacao — publicado 01/11/2012 23h00, última modificação 09/07/2015 13h00

Uma pesquisa do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (HUGG) está investigando o impacto da apneia, doença na qual os pacientes sofrem de obstrução parcial ou total da respiração durante o sono. Coordenado por Maria Helena de Araujo Melo, médica do HUGG e professora do Departamento de Cirurgia Geral e Especializada da Escola de Medicina e Cirurgia da UNIRIO, o estudo analisa a relação entre alterações físicas no trato respiratório e a existência da síndrome da apneia e hipopneia obstrutiva do sono (SAHOS).

A pesquisa é desenvolvida com as pesquisadoras Denise Duprat Neves e Maria do Carmo Valente de Crasto, também do HUGG/UNIRIO, com alunos do Programa de Pós-Graduação em Neurologia (PPGNeuro), do Mestrado Profissional em Medicina (PPGMed) e da graduação em Medicina, esses últimos como bolsistas de iniciação científica. Em um verdadeiro laboratório do sono, a equipe monitora pacientes tratados nos ambulatórios de otorrinolaringologia e cardiopulmonar do HUGG que são portadores da doença ou têm vestígios da apneia e que apresentam sintomas como sonolência diurna em excesso, ronco, irritabilidade, dor de cabeça pela manhã e déficit de memória e concentração, entre outros.

Os pacientes são submetidos a um exame denominado polissonografia, que, por meio de eletrodos ajustados à cabeça, registra as variações biofisiológicas que ocorrem durante o sono, monitorando atividades cerebrais, o fluxo aéreo nasal e bucal, o comportamento cardiorrespiratório e a quantidade de oxigênio no sangue. Os dados obtidos são comparados com resultados de uma endoscopia nasal, oral e laríngea feita, que visa à análise das estruturas das vias aéreas superiores. “Com base nesses exames, é possível determinar o tratamento mais adequado a cada paciente. Em alguns casos, já bem-estudados e selecionados, quando há alguma alteração física das funções respiratórias, como o desvio do septo nasal ou a hipertrofia dos cornetos do nariz, podemos aconselhar o tratamento cirúrgico", explica Maria Helena Melo, em entrevista ao Boletim da Faperj, onde foi publicada uma reportagem sobre a pesquisa.

Para ler a matéria da Faperj na íntegra, clique no link a seguir.

www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=8584


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