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Novos Gestores: Artur Luiz Santana Moreira, diretor da Escola de Administração Pública

por Comunicação publicado 31/08/2021 18h34, última modificação 02/09/2021 22h09
Em entrevista, professor fala sobre as prioridades de sua gestão, oportunidades criadas durante o período de ensino remoto e os projetos para os próximos anos

O curso de graduação oferecido pela Escola de Administração Pública da UNIRIO tem forte embasamento em Direito e Ciência Política, além de abordar conteúdos tradicionais em Finanças, Marketing, Operações e Logística.

Em entrevista para a série “Novos Gestores”, da Coordenadoria de Comunicação Social da UNIRIO, o professor Artur Luiz Santana Moreira, diretor da Escola desde 2020, fala sobre prioridades de sua gestão, oportunidades proporcionadas pelo período de ensino remoto e os projetos para os próximos anos.

O docente é graduado em Administração de Sistemas pela Escola Naval (EN) e em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Concluiu os cursos de mestrado em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ), em Gerenciamento de Sistemas de Inventário pela Escola Naval de Pós-Graduação, nos Estados Unidos, e em História Política pela Uerj. Em 2015, defendeu sua tese de doutorado em Administração de Empresas, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A série “Novos Gestores” traz entrevistas com diretores e decanos da UNIRIO que assumiram o cargo ou foram reconduzidos no último biênio, pouco antes ou já durante o período de pandemia.

- Quais são os principais desafios da Escola de Administração Pública para os próximos anos?

A Escola de Administração Pública necessita ampliar sua atuação no âmbito da UNIRIO e nos serviços que presta à sociedade. Faremos isso, basicamente oferecendo um leque maior de cursos, sejam stricto sensu, sejam lato sensu. Aproveitaremos também a exigência de que os cursos de graduação incluam, em seus projetos político-pedagógicos, horas específicas para atividades de extensão, para termos uma significativa presença na sociedade por esse viés.

Um curso de graduação em Administração Pública tem muito a contribuir com assessorias de gestão em várias áreas. Assim agindo, pretendemos estar especialmente alinhados com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 8 das Nações Unidas para o milênio, que pretende promover o crescimento econômico inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todas e todos.

- Poderia destacar as prioridades de sua gestão?

Podemos dividir em prioridades de curto e de médio prazo. No curto prazo, desejamos elevar os indicadores do curso nas avaliações externas a que costumamos ser submetidos, em especial o Enade [Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes]. No médio prazo, pretendemos diversificar os cursos oferecidos no âmbito da Escola de Administração Pública.

- Desde sua posse, no ano passado, quais foram as ações mais urgentes?

Primeiramente, a implementação de uma liderança efetiva para que a comunidade de professores e alunos da Escola se mantivesse motivada e produtiva, mesmo diante das dificuldades apresentadas pela pandemia do Covid-19.

Em segundo lugar, a elaboração de uma série de normas internas no que se refere ao cumprimento de horas de atividades complementares. Isso possibilitou a realização de estágios curriculares obrigatórios e não obrigatórios em instituições externas e nos trabalhos de conclusão de curso. As normas visam sedimentar processos, definir responsabilidades e garantir a excelência nessas atividades – fundamentais para a formação de nossos alunos.

- Que mensagem você deixaria para a comunidade da Escola?

Precisamos manter a motivação, a resiliência e o comprometimento com nossos objetivos acadêmicos e sociais, pois esse momento difícil vai passar e sairemos fortalecidos, até para honrar aqueles que ficaram pelo caminho.

- E para os interessados em ingressar no curso, o que você diria?

Nosso curso é relativamente novo, tem pouco mais de dez anos, mas ganhou consistência muito rapidamente. É um curso de Administração com forte embasamento em Direito e Ciência Política, além dos tradicionais conteúdos em Finanças, Marketing, Operações e Logística.

Esse projeto de curso, bem singular, vem propiciando aos nossos alunos elevados índices de empregabilidade depois de formados, tanto no setor público quanto no setor privado, mesmo sendo o nosso enfoque a Administração Pública. Ainda como discentes, praticamente todos conseguem estágios remunerados, sem que haja prejuízo para seus estudos ou outras atividades dentro da Universidade.

Para aqueles que optam por enveredar pela carreira acadêmica e buscam fazer um mestrado, temos tido alunos aceitos nos melhores cursos do gênero no país, e alguns já se matricularam em instituições de ponta no exterior, como a London School of Economics, por exemplo.

- Como você avalia o período de ensino remoto? Quais os preparativos para o retorno às atividades presenciais?

Há uma máxima que os administradores costumam repetir: “As crises são uma excelente oportunidade de aprendizado e melhoria”. Acredito que a atual pandemia nos ensinou muita coisa sobre a resiliência e a criatividade necessárias para lidar com as adversidades. Pretendemos utilizar esse aprendizado no retorno ao ensino presencial que se aproxima.

Estamos nos preparando para migrar para o ensino híbrido, gradualmente, dentro daquilo que for legalmente autorizado ou estiver dentro de nosso escopo decisório. Combinar o ensino remoto com o presencial para aproveitar as vantagens de ambas as modalidades será um de nossos objetivos, visto que deverá melhorar significativamente a relação ensino-aprendizagem.

Administrativamente, também poderemos trabalhar mais eficientemente, ora de forma remota, ora de forma presencial, utilizando muito menos os recursos de custeio disponíveis na Universidade, e ainda assim sermos mais velozes e flexíveis na condução dos mais diversos processos.


Capes CNPQ Imagem Rede Unirio