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Estudantes da graduação da UNIRIO realizam pesquisa sobre o uso das amebas testáceas como bioindicadoras

por Comunicação publicado 07/06/2022 09h09, última modificação 20/07/2022 13h29
O estudo gerou um artigo publicado na revista internacional “Acta Protozoologica”

Alunas do curso de graduação em Ciências Biológicas da UNIRIO, supervisionadas pela professora e coordenadora do Núcleo de Estudos Limnológicos (NEL/UNIRIO), Christina Castelo Branco, e pela pós-doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Neotropical (UNIRIO),  Viviane Miranda, realizaram uma pesquisa sobre o uso das amebas testáceas como bioindicadoras. 

O estudo gerou o artigo Amebas testáceas: uma revisão sobre seus múltiplos usos como bioindicadores, publicado na revista internacional Acta Protozoologica, da Polônia. “A nossa vontade é sempre divulgar os produtos de bolsistas da UNIRIO e mostrar que alunas de graduação podem produzir trabalho de qualidade, reconhecido internacionalmente”, declarou a coordenadora da equipe, professora Christina Castelo Branco. 

Iniciada em 2020, a pesquisa teve como objetivo revisar a atual literatura científica disponível sobre o uso das amebas testáceas como bioindicadoras em diferentes habitats e finalidades. Características como ciclo de vida curto, grande sensibilidade e distribuição mundial fazem destes protozoários bioindicadores adequados para diversos tipos de pesquisas. 

Yasmim Freitas, uma das integrantes da pesquisa, afirmou que as amebas testáceas podem ser utilizadas como bioindicadoras em diversas condições, que vão desde a análise da água e do solo até estudos sobre as variações climáticas ao longo da história da Terra. “ A bioindicação é quando você usa um organismo vivo para indicar uma característica daquele ambiente, que pode ser uma contaminação, por exemplo. Como complemento às medições físicas e químicas, o biomonitoramento pode ser uma forma mais barata e rápida de monitoramento”, explicou Yasmin, graduada em Ciências Biológicas pela UNIRIO em 2021. A bióloga relatou também que este tema ainda é pouco trabalhado no Brasil. “Quando começamos a estudar o uso das amebas como bioindicadoras, ainda era aluna do 7º período de Ciências Biológicas (UNIRIO). Foi um grande aprendizado. Acabei focando minha pesquisa de final de curso nessa área. Trabalhar com pesquisa é um caminho árduo, mas com apoio das orientadoras, conseguimos formar uma equipe e desenvolver a pesquisa. Nosso objetivo foi ser um facilitador para outras pesquisas. Este tema ainda é pouco explorado em nosso país". 

Da mesma opinião, Beatriz Ramos, também integrante da equipe e graduada pela UNIRIO em Ciências Biológicas em 2021, acredita que a pesquisa possa servir de base para diversos outros trabalhos que envolvam bioindicadores. “Existem várias abordagens que ainda devem ser exploradas sobre esse tema. A pesquisa com amebas testáceas ainda é incipiente. A nossa proposta foi justamente esta: incentivar mais pessoas a investir neste tema. Foi supergratificante para toda a equipe o resultado que alcançamos. Jamais pensei que teria um artigo publicado em uma revista internacional ainda na graduação”, confessou. 

O artigo foi elaborado pelas alunas do Curso de Ciências Biológicas da UNIRIO Yasmin Freitas (bolsista de extensão de projeto da UNIRIO), Beatriz Ramos (bolsista IC UNIRIO), Yemna Silva (bolsista IC UNIRIO), Gabriela Sampaio (bolsista monitora de disciplina), Letícia Nascimento (aluna de graduação), pela pós-doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Neotropical Viviane Miranda e pela professora e coordenadora do Núcleo de Estudos Limnológicos (NEL/UNIRIO), Christina Castelo Branco. Publicado em 2022 pela revista Acta Protozoologica.

(por Liliana Vallejo/Comso)

registrado em: Ciência na UNIRIO

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