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Em visita à UNIRIO, curadora do Museu Picasso de Paris fala sobre exposição em cartaz no Rio

por comunicacao — publicado 13/09/2016 19h10, última modificação 14/09/2016 09h22
Responsável pela mostra “Picasso: mão erudita, olho selvagem”, Emilia Phillippot conversou com estudantes e professores na tarde desta terça-feira (13), em evento no Auditório Paulo Freire

Detentor da maior coleção de Pablo Picasso (1881-1973) no mundo, o Museu Nacional Picasso de Paris inaugurou nesta segunda-feira, 12 de setembro, no Rio de Janeiro, a exposição “Picasso: mão erudita, olho selvagem”. Em cartaz até 20 de novembro, na Caixa Cultural do Rio de Janeiro, a mostra reúne mais de 100 obras que apresentam uma retrospectiva da carreira do artista espanhol.

A curadora do museu e da exposição, Emilia Phillippot, esteve na tarde desta terça-feira (13) na UNIRIO, para conversar com estudantes e professores sobre detalhes da obra de Picasso e da mostra. Segundo Emilia, o museu ampliou recentemente sua política de divulgação internacional, com foco principalmente na América Latina – a exposição em cartaz no Rio passou antes por São Paulo e tem como próximo destino Santiago, Chile.

A instituição francesa disponibilizou para a mostra 138 obras de Picasso, entre pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, cerâmicas e fotografias. A intenção da curadoria foi apresentar uma retrospectiva da carreira do artista, com abordagem pluridisciplinar. “Queria dar a visão de Picasso como um artista completo, que sempre se renovou”, explicou Emilia.

A curadora falou também sobre a logística necessária para expor obras de alto valor cultural, como as de Picasso. Todo o acervo do museu conta com molduras-caixa criadas para dar maior segurança contra choques e variações de temperatura, que podem danificar o material. Outra exigência é que as obras sejam transportadas em lotes, para minimizar o risco de perda do acervo completo em caso de acidentes.

“Para trazer as obras até São Paulo, tivemos que utilizar dois aviões de carga e dois de passageiros, embora todo o acervo coubesse num só veículo. Mas o seguro não permite, é um custo muito alto a se assumir”, detalhou a curadora.

Participaram também do encontro o adido cultural do Consulado Francês do Rio de Janeiro, Guillaume Pierre; a diretora de Cultura da UNIRIO, Helena Uzeda; e a coordenadora de Relações Internacionais da Universidade, Liliana Vargas.

Emilia Phillipott (segunda da dir. para a esq.) falou sobre a exposição Picasso para estudantes e professores da UNIRIO (Foto: Comso)




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