TERAPIA REIKI
NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO GAFFRÉE E GUINLE UNIRIO

Regina Macri
Rio de Janeiro/ 2001

 
“a nossa saúde depende da relação que temos com a fonte do ser (...) [e] a doença e a inquietude ou a angústia no mundo contemporâneo, têm em sua origem a separação do ser essencial.”
LELOUP – 1999

 

SUMÁRIO
INTRODUÇÃO ......................................................................................................
REIKI .....................................................................................................................
OBJETIVOS ..........................................................................................................
METODOLOGIA ...................................................................................................
CONCLUSÃO .......................................................................................................
BIBLIOGRAFIA .....................................................................................................
ANEXOS ...............................................................................................................

 

INTRODUÇÃO

 

Histórico:

        Trabalhando na Coordenação do Projeto de Educação e Controle da Hipertensão Arterial e junto ao Projeto de Assistência Integral à Pessoa de Terceira Idade, além de receber clientes diabéticos para a terapia floral

“A terapia floral é um método sutil de cura pela restauração da
energia através de essências florais (compostos energéticos).
É predominantemente preventivos e atua através das questões emocionais.”
VIEIRA, FILHO – 1994

fui percebendo o desânimo, a apatia, as queixas freqüentes de dores, insônia, descontrole da pressão arterial, aumento da glicose, a ausência ou o afastamento dos sonhos e projetos, à margem da sociedade, de sua cidadania.

        De um lado as questões dos clientes, do outro a situação do nosso mundo ...

        Vivemos num tempo onde o homem sente-se isolado no cosmo. Onde ao encontrarmo-nos separados do             Todo deixamos de ouvir o nosso coração e adoecemos. Passamos por um momento de mudança de paradigma. Tendo o paradigma vigente separado a mente do coração, o corpo do espírito, fragilizando e desequilibrando.

        Por outro lado, como menciona ROUQUAYROL (1987) nossa sociedade vem privilegiando a função produtiva e semeando interdição, menos valia e sentimento de culpa.

        Como encaminhar um trabalho dentro da reflexão dessa realidade ?

        Apesar de algumas mudanças político sociais, apesar do aumento da expectativa de vida, apesar de mais pessoas chegarem à Terceira Idade atualmente, ainda há marginalização social desse idoso, preconceitos culturais (não produtivo, não belo, não “poderoso”). Perdas físicas (redução da visão, da audição, da agilidade ...) e afetivas (mortes). Na aposentadoria essas pessoas têm mais tempo livre para o lazer, mas também, têm menor renda.

        Todas essas situações geram sofrimento, desesperança, insônia, fadiga, ...

        Como então ajudar no redescobrimento do processo existencial ? No “vivenciar o transcender ? “ (RIEMANN – 1995) A continuar sonhando, tendo metas, interesses pela vida ?

        Desde 1994, desenvolvo as minhas atividades profissionais fundamentadas em algumas terapias (terapia floral, arteterapia, astrologia, Reiki) na rede pública.

        Penso que a busca destas terapias ajudam no processo de “cultivar a alma e favorecer a individuação.” (Bonaventure apud PORCHAT – 1985) .

        Ao atender estas pessoas dentro da Terapia Floral fui observando que elas tinham dificuldade em comprar as essências florais recomendadas, e perguntavam se podiam vir só para verificar a pressão arterial e conversar. Concordei.


“O terapeuta, por sua escuta, e sua compaixão, pode
acompanhar alguém em direção à sua própria palavra, ... a palavra
do seu ser profundo.”
LELOUP (1997)


        Pensei então que o Reiki poderia promover a restauração do equilíbrio sem custos para as pessoas, podendo ser aceita na Instituição, por ser reconhecido pela Organização Mundial de Saúde como Terapia de Toque Vibracional, tendo seus princípios baseados na Física Quântica.

        Sendo assim, comecei a desenvolver esta terapia a partir de meados de 1999.

        Numa primeira fase atendendo a poucos, com uma pequena divulgação, uma vez que me encontrava com carga horária reduzida, pois fazia Mestrado na Área de Enfermagem nesta mesma Universidade nessa época.

        Logo depois esses poucos que chegaram trouxeram outros, e de “boca em boca”, a demanda aumentou.

        Com o crescimento da demanda, e devido às outras atividades que venho desenvolvendo no Hospital:            Coordenação do Grupo de clientes Hipertensos, Coordenação de uma Oficina Literária, atendimento individual na Consulta de Enfermagem, dentro das diversas terapias que utilizo na minha prática, e não tendo outros profissionais na Instituição que trabalhassem com o Reiki, precisei pensar no desenvolvimento desta terapia, pois é necessário estar “continuamente fecundado a utopia” (SURIAN).

 

REIKI

“Muitas vezes é a descoberta do espaço em estado de graça
que anuncia o início da nossa cura mais profunda.”
Remen apud WEIL (2000).

        A terapia com o Reiki é um trabalho holístico, pois o novo e o antigo, o convencional e o não convencional se encontram (WEIL).

        Trabalhar com o Reiki também é abordar um paradigma que transcende ao processo saúde X doença.

        A partir de Einstein foi provado, cientificamente, que a energia precede a matéria, assim como as emoções e pensamentos são anteriores à ação.

        Sendo assim das técnicas milenares do oriente e da alquimia vem o aprendizado de que a matéria pode ser transformada através de uma energia maior.

        Depois de sermos iniciados ou sintonizados, no Reiki, podemos direcionar essa energia cósmica, e então ajudar a elevar o nível vibratório, melhorando a qualidade de vida.


        Como isso acontece ?

        Rei é Energia ou Sabedoria Universal. É a Inteligência natural, harmônica e essencial que sustenta a Energia Vital (Ki). É o nome dado por Mikao Usui a Poderosa Energia Cósmica que sustenta a vida.

        Sendo um método que canaliza e transmite esta energia através das mãos equilibrando os níveis físico, mental, emocional e espiritual.

        Não é uma religião, não defende nenhum credo ou doutrina. É reconhecido pela Organização Mundial de Saúde como Terapia de Toque Vibracional.

        Um dos maiores benefícios do Reiki é a possibilidade do auto-tratamento. É simplicidade. Mas não é placebo, nem efeito psicológico, nem fé que cura as pessoas, pois também funciona em animais e plantas.

        Um dos principais efeitos da energia Reiki é a melhora na conexão entre corpo, espírito e alma, sentimento e razão, consciente e inconsciente.

 

A História do Reiki


        Esta é uma das muitas versões da história que chegaram até nós.

        “No final do século XIX, o japonês Mikao Usui dirigia e ensinava em uma universidade cristã (Universidade Doshisha), em Kioto (Japão) e um dia, ao ser questionado por um de seus alunos a respeito das curas promovidas por Jesus, mudou o foco de sua vida.

        Afirmando acreditar no conteúdo da Bíblia literalmente, Usui respondeu ao aluno que nunca presenciara curas naqueles moldes.

        Transtornado entretanto, pela importância do questionamento, pediu ao incrédulo jovem que não perdesse a fé e começou a buscar provas para testemunhar a veracidade dos textos bíblicos, relacionados com o assunto em questão.

        Demitiu-se, então, da direção da Universidade e rumou para os Estados Unidos, inscrevendo-se na Universidade de Chicago a fim de aprofundar-se em seus Estudos Cristãos e tentar descobrir “como” Jesus e seus discípulos curaram doentes. Entretanto, nada descobriu e ali só recebeu um Doutorado em Escrituras Sagradas.

        Sem a resposta que procurava, Usui retornou ao Japão e resolveu pesquisar no Budismo, pois aprendera que Buda também curava pela imposição das mãos (4500 a. C.).


        Visitando inúmeros monastérios/conventos, procurou alguém que se interessasse pela cura do corpo físico e após algum tempo, terminou encontrando um velho monge que também se interessava pela cura física. Usui pediu então permissão para ser admitido naquele monastério e ali, nas Escrituras Budistas (Sutras) encontrou a fórmula para curar, usada por Sidarta.

        Finalmente, conseguiu encontrar o que tanto procurava, grafado em sânscrito, num manuscrito que nunca tinha sido traduzido para outras línguas. A fórmula para curar lá estava, anotada por um discípulo desconhecido. A descrição de como proceder para curar, porém, não fazia parte do texto em questão.

        Descobrindo o “conhecimento” mas não o “poder de curar”, Usui decidiu meditar e jejuar numa montanha considerada sagrada (Kurama-Yama) pois pretendia ser um curador. Havia chegado tão longe que não podia mais recuar. Assim, por vinte e um dias, meditou no citado local.

        A cada dia que passava, Usui jogava fora uma das pedrinhas que levara para marcar o tempo e ao descartar a última, viu uma nuvem luminosa, vindo em sua direção. Apesar de receoso, optou por ficar e permitiu-se a experiência.

        A névoa luminosa o envolveu, mostrando em seu interior uma forte Luz Branca que se decompunha nos tons do arco-íris e nela, bailavam os Símbolos grafados no manuscrito budista, lido por ele. Com o afastamento da luminosidade, o cansaço e a fome que sentira até momentos antes, haviam desaparecido.

Levantando-se, Usui começou a descer a montanha. No caminho tropeçou e machucou o pé. Pulando de dor, ele o segurou com as mãos e a dor desapareceu, o sangue estancou e o pé pareceu nunca ter sido machucado.

No sopé da montanha, ele parou numa estalagem ali existente e pediu um desjejum. O proprietário, vendo seu aspecto, percebeu que ele vinha de um longo retiro e pediu-lhe que aguardasse, pois ia mandar preparar-lhe uma refeição adequada.
Logo, uma moça trouxe-lhe a refeição e Usui viu que ela, além do rosto inchado, aparentava ter chorado muito. Perguntou-lhe o que acontecia e dela obteve como resposta que uma terrível dor de dente a incomodava, há alguns dias. O curador pediu-lhe, então, permissão para tocar-lhe o rosto. A dor cessou e o inchaço desapareceu.

Retornado ao monastério, o curador ficou sabendo que o monge, seu amigo, estava acamado com uma dolorosa crise de artrite. Ao visitá-lo, contou-lhe o acontecido e após tocá-lo com suas mãos, aliviou-lhe a dor.

A seguir, Usui resolveu vivenciar o Reiki (nome com o qual batizou a Energia Curadora) em pessoas carentes. Primeiramente trabalhou com mendigos e não só os curou como deu-lhes condições de procurar trabalho.

Algum tempo depois, Usui encontrou a mendigar uma das pessoas a quem curara e perguntou-lhe por que havia retornado à velha vida, ao invés de começar uma nova. O mendigo lhe respondeu, então, que era muito duro trabalhar para viver, e mendigar era o que gostava de fazer. Chocado, ele reconheceu ter falhado novamente, esquecera-se de ensinar-lhe gratidão, apreciação pela Vida e por um novo modo de viver.

Nessa época, Usui formulou os cinco princípios do Reiki e determinou que o Reiki jamais deveria ser dado a alguém que não o quisesse nem o valorizasse. Regeu-se, assim, a transmissão e o aprendizado do Sistema Usui de Cura Natural.
Entre seus alunos estava Chujiro Hayashi (1878-1941), um oficial da marinha japonesa que sistematizou o Reiki para uso clínico. Em sua clínica em Tóquio, Hayashi passou a usar várias pessoas canalizando energia Reiki para um só paciente, pois considerava que assim a energia era potencializada.

Desenvolveu também o sistema de níveis para o recebimento das sintonizações e dos símbolos, que eram trocadas pela prestação de serviços dos adeptos no atendimento aos pacientes da clínica. Chujiro Hayashi é considerado o estruturador do Reiki, pois organizou e sistematizou o método descoberto por Mikao Usui.

Em 1935, uma havaiana chamada Hawayo Takata viajou para o Japão para realizar um ritual budista em homenagem ao seu falecido marido. Porém, como sofria de dores abdominais e cálculos biliares, submeteu-se a internação hospitalar ainda no Japão. Enquanto aguardava a operação marcada pelos médicos, a Sra. Takata ouviu uma voz interna dizer-lhe que não era necessário operar. Ela então desistiu da operação e internou-se na clínica de Reiki de Chujiro Hayashi. Aos poucos a Sra. Takata foi se restabelecendo e procurou se informar melhor sobre aquela técnica que lhe havia ajudado a curar-se.

Decidiu aprender a técnica, ficando no Japão por dois anos. Em 1938, tornou-se Mestra, passando a transmitir e divulgar o Reiki no Ocidente. Hawayo Takata fundou a Associação Internacional de Reiki (AIRA), e é tida como a grande propagadora da técnica do Reiki no Ocidente. Para que o Reiki fosse bem aceito no Ocidente, a Sra. Takata contava que Mikao Usui era cristão, estudioso das religiões e diretor da Universidade de Doshisha em Kyoto, no Japão, tendo viajado para os EUA, China e Índia em busca de saber como Jesus Cristo e Buda realizavam a cura de outras pessoas.

Esta indagação o levou a estudar vários textos antigos, e entre eles Usui encontrou sutras escritos em sânscrito que explicavam a técnica do Reiki... Daqui pra frente a história é igual à que relatamos acima, mudando em um ou outro detalhe. O interessante neste fato é que apresentando Mikao Usui como cristão e professor universitário, a Sra. Takata conseguiu com que o Reiki fosse bem aceito pelo Ocidente, mesmo num período muito próximo ao final da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), tornando-se uma técnica muito conhecida e difundida, chegando até os dias atuais.”

Há um conto que descreve claramente como o Reiki acontece em nós e em quem recebe:

“Uma vez, numa noite escuríssima e trevosa, o tipo de noite em que a terra fica negra, as árvores parecem mãos retorcidas e o céu é de um azul-escuro um velho vinha cambaleando pela floresta, meio às cegas devido aos galhos das árvores, os ramos arranhavam seu rosto, e ele trazia um pequeno lampião numa das mãos. A vela dentro do lampião tinha uma chama cada vez mais baixa. O homem tinha os cabelos amarelos e compridos, dentes amarelos e rachados e unhas amarelas e escuras. Ele andava todo dobrado, e suas costas eram arredondadas como um saco de farinha. Sua pele era tão vincada que caía em folhos do seu queixo, das axilas e dos quadris.

Ele se apoiava numa árvore e se forçava avançar; depois se agarrava numa outra para avançar mais um pouco. E assim, remando desse jeito e respirando com dificuldade ele ia atravessando a floresta.


Cada osso nos seus pés ardia como fogo. As corujas nas árvores piavam acompanhando o gemido das suas articulações à medida que ele seguia pelas trevas. Muito ao longe, tremeluzia uma luzinha, um chalé, um fogo, um lar, um local de descanso; e ele se esforçava na direção daquela luz. No exato instante em que chegou à porta, ele estava tão cansado, tão exausto, que a pequena chama no seu lampião se apagou e o velho caiu porta adentro desmaiado.
Dentro da casa, uma velha estava sentada diante de uma bela fogueira e ela se apressou a chegar até ele, segurou-o nos braços e o levou mais para perto do fogo. Ela o abraçou como uma mãe abraça o filho. Ela se sentou na cadeira de balanço e o embalou. E ali ficaram os dois, o pobre e frágil velhinho, apenas um saco de ossos, e a velha forte que o embalava.

— Pronto, pronto. Calma, calma. Pronto, pronto.

Ela o embalou a noite inteira e, quando ainda não havia amanhecido mas estava quase chegando a hora, ele estava extremamente remoçado. Ele era agora um belo rapaz, de cabelos dourados e membros longos e fortes. Mas ela continuava a embalá-lo.

— Pronto, pronto. Calma, calma. Pronto, pronto.

E quando a manhã foi se aproximando cada vez mais, o rapaz foi se transformando numa linda criancinha com cabelos dourados trançados como palha de milho.

No momento exato do raiar do dia, a velha arrancou bem rápido três fios da linda cabeça da criança e os jogou nos ladrilhos. Eles fizeram um barulhinho. Tiiiiiing! Tiiiiiiiing! Tiiiiiiiiing!

E a criancinha nos seus braços desceu do seu colo e saiu correndo para a porta. Voltando o rosto por um instante para a velha, o menino deu um sorriso deslumbrante, virou-se e saiu voando para o céu para se tornar o brilhante sol da manhã.”

OBJETIVOS

Este Programa foi implantado em meados de 1999 para o atendimento de pessoas da Terceira Idade e familiares (filhos, netos, etc...) a partir da percepção da fragmentação, adoecimento e fragilidade de pessoas que poderiam estar, nesta fase da vida, em contato com sua Totalidade. (Inteireza, Self)

O atendimento é feito com a terapia Reiki com o objetivo de promover a harmonização, o encontro com o self no Processo de Individuação, propiciando o resgate da auto-estima e da cidadania.

METODOLOGIA

Este Programa se destina a um público de Terceira Idade e seus familiares.

Vem se desenvolvendo no Ambulatório do HUGG, duas vezes por semana (segundas e quartas feiras). A terapia tem uma duração de 03 a 04 meses (de 12 a 16 encontros).

O atendimento ocorre em um consultório, tendo uma maca. Nesses dois anos foram atendidas 140 pessoas.

No momento encontram-se em tratamento 40 pessoas da Terceira Idade. Cada pessoa tem um atendimento de 20 minutos.

Devido a conjuntura refletida anteriormente essas pessoas chegaram com as mais diversas queixas: hipertensão arterial (PA ), diabetes (glicose ), gastrite, tireoidismo (principalmente hipotireoidismo), problemas reumatológicos (artrites, artroses, ...) problemas dermatológicos, depressão, insônia, ...

Já receberam alta em torno de 80 pessoas que descrevem no período de suas altas: um melhor fluxo de energia no corpo e alívio do stress, controle da pressão arterial, da glicose, melhora das dores, maior disposição.

PERSPECTIVAS FUTURAS

Levar a terapia Reiki para as enfermarias (1 º e 2 º andar), além de divulgar este trabalho para outros Hospitais da Rede Pública que atendem a uma demanda tão grande ou maior do que a nossa.

Ampliar o espaço: conseguir no Ambulatório um espaço destinado só ao Reiki com, no mínimo quatro macas (mini – “enfermaria”).

Ter esse espaço arejado, claro.

Aumentar o tempo de atendimento da clientela. Deixando a pessoa mais tempo confortavelmente em estado de relaxamento usufruindo mais da energia Reiki.

BIBLIOGRAFIA


- BOFF, Leonardo. Saber Cuidar. Petrópolis: Vozes, 1999.

- DE’CARLI, Johnny. Reiki Universal. São Paulo: Madras Ed. Ltda, SIP.

- ELIAS, Jason, KETCHAM, Katherine. Na casa da lua – Resgatando o Espírito Feminino. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998.

- ESTÉS, Clarissa Pinkola. Mulheres que correm com os lobos. Rio de Janeiro, 1995.

- FERREIRA, Auréio Buarque de Holanda. Novo Dicionário Aurélio. Nova Fronteira, 1975.

- FORTES, Maria Lídia. Reiki, Raios e Mestres. Rio de Janeiro: Fábrica de Livros, s/d.

- JUNG, Carl G. O Homem e seus Símbolos. Rio de Janeiro. Nova Fronteira, 1964.

- LELOUP, Jean-Yves. Cuidar do Ser. Rio de Janeiro. Vozes, 1999.

- ---------------------------. O Espírito da Saúde. Petrópolis. Vozes, 1999.

- LELOUP, Jean-Yves, BOFF, Leonardo. Terapeutas do Deserto. Rio de Janeiro. Vozes,1997.

- PHILIPPINI, Angela. Cartografias da Coragem: Rotas em Arteterapia. Rio de Janeiro. Pomar, 2000.

- --------------------------. Terceira Odade. Caderno de Arteterapia. IV. Rio de Janeiro. Pomar, 1997.

- RIEMANN, Fritz. A Arte de Envelhecer. São Paulo. Redas,1995.

- RODRIGUES, Regina Celia Macri da Costa. A Enfermeira e a Astrologia: O Mapa Astral na Consulta de Enfermagem e a Individuação no Cuidar – Ensaio sobre a Articulação de Paradigmas. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) Uni-Rio. Rio de Janeiro, 2001.

- SILVA, Marco Aurélio Dias da. Quem ama não adoece. Sãp Paulo: Best Seller, 1994.

- VIEIRA Filho, Henrique. Florais de Bach. Uma Visão Mitológica, Etimológica e Arquetípica. São Paulo. Pensamento, 1994.

- WALDOW, VeraRegina. Cuidado Humano. O Resgate Necessário. Rio Grande do Sul. Sagra Luzzatto, 1995.

- WEIL, Pierre. A Mudança de Sentido e o Sentido da Mudança. Rio de Janeiro. Rosas dos Ventos, 2000.

ANEXOS

FICHA DE REIKI
Nome:
Estado civil:
Endereço:
Idade: Data do nascimento: / / Nat.: Nac.:
Religião:
Profissão / Ocupação:
1 - Como você chegou até aqui ?
2 - Você sabe o que é Reiki ? (Explicar)
3 - O que veio buscar ?
4 - Quais são as suas queixas ?
5 - Faz outros tratamentos ?
6 - Faz uso de algum remédio ?
7 - Já fez alguma cirurgia ?
8 – Como é o seu sono ?
9 - E a alimentação ?
10 – Qual o seu lazer ?
11 - Como é o seu relacionamento familiar ?
12 - E social ?
13 - Quais seus sonhos / projetos a realizar / desenvolver ?
14 - Já fez algum tratamento com Reiki ou outra terapia natural antes ? Qual ?

Reiki significa Energia Vital Universal. Consiste na captação e transmissão dessa energia através das mãos.

É uma terapia antiga vinda do Oriente para o Ocidente há mais de vinte anos. Seus princípios baseiam-se na Física Quântica, e é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde.

É natural, e promove a auto-cura.

Este tratamento se dá através da colocação das mãos do terapeuta delicadamente no corpo do cliente modificando a posição depois de alguns minutos. Não é uma massagem, pois as mãos permanecem paradas, e é aplicado através da roupa.

O tratamento com o Reiki não dispensa os tratamentos médico psicológico ou outros, pois os complementa.

Desbloqueia o fluxo de energia no corpo do cliente, ativa o funcionamento de células, glândulas e órgãos promovendo uma profunda desintoxicação de todo o organismo.

É usado no alívio do stress, doenças internas (hipertensão, diabetes, tireoidismo, gastrite, artrite,...), problemas emocionais (depressão, dificuldade de relacionamento...), ferimentos, queimaduras, problemas dermatológicos, etc...

Este tratamento vem se desenvolvendo no Ambulatório do HUGG, na sala da Fitoterapia, desde março de 1999. Atualmente são atendidos mais de 50 clientes com o Reiki.

Informações e inscrições com Regina Macri, às segundas e quartas feiras.