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Coleção de Plantas Aquáticas Vasculares Cláudia Bove

A Coleção de Plantas Aquáticas Vasculares Claudia Bove foi criada com intuito de homenagear a idealizadora e fundadora do HUNI, a Profa. Dra. Claudia Petean Bove, ex-professora da UNIRIO e atual responsável pelo Laboratório de Plantas Aquáticas (LAPLAQ) e Professora Associada do Departamento de Botânica e do Programa de Pós-graduação em Ciências Biológicas - modalidade Botânica do Museu Nacional/UFRJ. 

Apinagia guianensis

A Coleção Claudia Bove conta com cerca de 500 exemplares, divididos entre amostras líquidas e herborizadas: a maior parte da Coleção, com 360 exemplares, é composta por amostras conservadas em álcool etílico 70% em frascos de vidro e ocupam um lugar destacado no acervo. O restante está herborizado, compondo 140 exsicatas, inseridas no acervo herborizado do herbário, mas destacadas das demais. Essa opção foi adotada pela falta de espaço na sala do acervo. Estas 500 amostras constituem o marco fundador do Herbário, originalmente idealizado para ser um Herbário de plantas aquáticas. 

A coleção possui representantes de 72 famílias botânicas, onde se destacam as famílias Cyperaceae (15%), Alismataceae (7%), Onagraceae (6%), Rubiaceae e Plantaginaceae, ambas com 5%. Esta Coleção está aberta e nosso objetivo é expandi-la. Das 500 plantas aquáticas vasculares que compõem esta Coleção, a maioria foi coletada pela própria professora Claudia Bove entre os anos de 1997-2002, no estado do Rio de Janeiro e na região do Rio Araguaia, nos estados de Goiás e Mato Grosso, com sua equipe de alunos e colaboradores. A coleção possui ainda exemplares coletados na Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul e São Paulo.

De acordo com Cook (1996), "plantas aquáticas vasculares são vegetais visíveis a olho nu, cujas partes fotossintetizantes ativas estão permanentemente ou por diversos meses, todos os anos, total ou parcialmente submersas em água doce, ou ainda flutuantes na mesma". Considerando-se que as regiões tropicais são favoráveis ao crescimento de macrófitas aquáticas e que o Brasil possui a maior rede hidrográfica do mundo, além da grande representatividade de ecossistemas fluviais e lacustres (permanentes ou temporários) nos ecossistemas brasileiros, pode-se imaginar a importância das plantas aquáticas vasculares (Bove et al., 2003). 

Na XXXIV Jornada Fluminense de Botânica, realizada na PUC-RJ, foi apresentado um Resumo e Painel destacando o significado e a importância histórica desta Coleção para o HUNI.

HUNI 275Para saber mais:

Araguaia - O paraíso das plantas aquáticas

A família Nymphaeaceae no estado do Rio de Janeiro

O lírio azul do Nilo em águas brasileiras

Plantas aquáticas da caatinga - um paradoxo

Iconografia Comentada de Plantas Aquáticas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. 

Para maiores informações sobre plantas aquáticas, consultar o site do Laboratório de Plantas Aquáticas do Museu Nacional. O site disponibiliza arquivos em formato PDF de grande parte das suas publicações. 

 

Weddellina squamulosaBibliografias citadas:

BOVE, C. P. 2009. Iconografia Comentada de Plantas Aquáticas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba. Ilustrações Cristina Siqueira Ferreira. Rio de Janeiro: Museu Nacional. 1 porta-fólio (32 p., 32 f. de lâms.). (Série Livros, 36). ISBN 978-85-7427-031-9.

BOVE, C.P.; GIL, A.S.B.; MOREIRA, C.B. & ANJOS, R.F.B. 2003. Hidrófitas fanerogâmicas de ecossistemas aquáticos temporários da planície costeira do Estado do Rio de Janeiro. Acta Botanica Brasilica 17(1): 119 - 135.

COOK, C.D.K. 1996. Water plants of the world. SPB Academic Publishing, Amsterdam.

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